APOSTILA LIDERANÇA CRISTÃ EFICAZ – MÓDULO 2 ATUALIZADA

Obrigado por acessar meu site!

Devido aos muitos acessos diários das minhas apostilas de liderança, em 44 países, estou publicando esta versão atualizada da Apostila Liderança Cristã Eficaz Módulo 2 Atualizada. Foram incluídas mais atividades didáticas para a aprendizagem individual e grupal.

São dicas de lideranças aprendidas ao longo de várias décadas de estudo e prática de liderança no ministério cristão, no serviço público, na atividade privada e na família.

Agradeço a Deus, ao Haggai Institute for Advanced Leadership Training (Instituto Haggai para Treinamento em Liderança Avançada) pelo meu treinamento internacional  e graduação em  liderança avançada, em Singapura, em 1991, e ao Instituto Haggai do Brasil pelos cursos de aperfeiçoamento, em Campinas, São Paulo.

Por favor, me envie  seus comentários e sugestões. Assim, podemos melhorar juntos,não é? E divulgue a apostila para seus amigos.

Clique no titulo em azul, abaixo, para baixar a apostila no seu computador, imprimir e começar a usar para seu estudo pessoal ou para treinamento de lideres em sua igreja. E divulgue para seus amigos cristãos.

 

APOSTILA LIDERANÇA CRISTÃ EFICAZ MÓDULO 2 – ATUALIZADA PDF

APOSTILA LIDERANÇA CRISTÃ EFICAZ – MÓDULO 1 ATUALIZADA

Olá, pessoal!

Estou publicando a versão atualizada da Apostila Liderança Cristã Eficaz – Módulo 1.  Nesta versão, vocês têm mais atividades para fazer no seu aprendizado individual e grupal.

São dicas de liderança cristã aprendidas e praticadas em cerca de de 40 anos de estudo de liderança e do meu treinamento (cerca de duzentas horas) em liderança avançada no Haggai Institute for Advanced Leadership Training (Instituto Haggai para Treinamento em Liderança Avançada) Singapura, Ásia.

Tenho recebido contatos de todo o Brasil de pessoas que estão utilizando esse material para treinamento de líderes em suas igrejas. A apostila é acessada todos os dias. As estatísticas mostram acessos em 44 países! Imaginem como fico contente!!!

Vou gostar muito se vocês me enviarem fotos dos seus grupos de treinamento.

Aguardo os comentários e sugestões  de vocês..E por favor, divulguem esse material.

Deus abençoe vocês!

Cliquem no título abaixo para baixarem a apostila no seu computador, imprimir e usar.

APOSTILA LIDERANÇA CRISTÃ EFICAZ – MÓDULO 1 – ATUALIZADA  – PDF

O QUE DEUS É PARA VOCÊ?

Pr. Mariano Marques

O Senhor é o meu pastor, nada me faltará”  (Sl 23.1)

O Salmo 23 é o maior poema de amor que um homem já escreveu para Deus. Foi escrito por Davi. O nome Davi significa “amado”. E o Salmo expressa o tipo de relacionamento que Davi tinha com Deus e Deus com Davi.

Davi viveu por volta de 1.000 anos antes de Cristo. Filho de um homem efrateu, de  Belém de Judá, chamado Jessé. O nome da sua mãe não é mencionado na Bíblia. O mais jovem dentre oito irmãos. Pastor de ovelhas, músico, guerreiro,  profeta,  poeta e rei. Considerado o maior rei de Israel e Judá. Um dos personagens centrais da Bíblia. A bênção de Deus estava sobre a sua descendência, e foi da sua descendência que nasceu Jesus Cristo, o Salvador.

A Bíblia se refere a Davi como o homem segundo Continuar lendo

VISITAS BLOG MARANO B MARQUES EM 2013

Olá, pessoal!

Compartilho com vocês, com carinho, o relatório de visitas ao meu (na verdade, nosso) blog em 2013, embora eu não tenha conseguido publicar novos conteúdos ao longo do ano.  Está em inglês, porque foi assim me enviado pelo WordPress

Grande abraço, e um 2014 cheios das bênçãos divinas para cada um de vocês e família.

Mariano B. Marques

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 5,700 times in 2013. If it were a NYC subway train, it would take about 5 trips to carry that many people.

Para visualizar o relatório,  clique no link abaixo.

Click here to see the complete report.

ESCASSEZ E ESPERANÇA

Prateada, reluzente, linda, majestosa!…

O luminar celeste enche a nossa noite da sua gloriosa claridade. Pode-se ver o chão, a areia, quase como à luz do dia.

O céu lindamente adornado de milhares de estrelas pequeninas, brilhantes, distantes, parece piscar alegremente os olhos em alegre celebração da vida, do universo, do Criador. É algum dia de algum mês do ano de 1960 numa pequena aldeia no meio da mata, no sul do Maranhão.

Na gostosa algazarra no terreiro da nossa casa de palha, no coração da mata, nossos olhos de meninos cheios de fantasia viajam, velozes como a luz, milhares de quilômetros no espaço sideral imenso, sem fim. Incontáveis imagens de seres e coisas nascem na nossa prodigiosa fábrica de ilusões e parecem ganhar vida no céu.

- Olha lá! É São Jorge! Vê o cavalo, o capacete, a lança, a serpente! – diz Onairam entusiasmado, eufórico, aos amigos igualmente pasmos, místicos. Será real? É o santo mesmo? Os mais velhos dizem que ele mora na lua, que é guerreiro!

- Olha lá! Olha lá! É um carneirinho. Olha a mãe dele! – berra Pedro apontando para as nuvens ao caminhar em passos rápidos para a frente, apontando energicamente para o céu como se quisesse tocar a sua criatura na lua, que banhava a terra com sua maravilhosa luz prateada e fria.

É nesse luar maravilhoso, em meio aos sonhos da infância, que meus amigos e eu brincamos de cabra-cega, de pic-esconde, corrida de cavalos-de-pau, guerras imaginárias e tudo o mais fabricado na nossa prodigiosa mente de ilusões. Um paraíso onde, além da nossa felicidade infantil, só a escassez de tudo o que precisamos é de fato abundante.

Nossos pais? Ah, muito gostoso vê-los com os poucos únicos adultos da pequena aldeia sentados à porta, nas lindas noites de luar, nos tamboretes em círculo contando as deliciosas histórias de trancoso¹, de assombração, de caçadas nas matas. Para nós crianças era quase irresistível a curiosidade por essas histórias que começavam com “Era uma vez…” ou “Um dia eu estava caçando na mata e…”. Ou, ainda…”Conta-se que…”

Divertidíssimo brincar sob os olhares ocasionais, de liberdade, porém atentos, dos pais e dos vizinhos adultos. Eles conversam, riem. Nós, brincamos às gargalhadas. Para nós meninos, nessas ocasiões, alegria e segurança se fundem numa mesma onda de felicidade quase perfeita, o merecido presente pelo árduo dia de trabalho no sol escaldante, impiedoso, em cuja fornalha os pequenos sertanejos são forjados valentes guerreiros da foice, do machado, do facão e da enxada para a guerra da sobrevivência no solo ingrato.

A belíssima cena se prolonga espontânea no terreiro da nossa casa. Na nossa alegria sem medida, no amanhã nem pensamos. Mas amanhã será um novo dia, e a primeira refeição – se tiver – vai ser café preto com farinha de mandioca. No almoço – também se tiver – comeremos arroz com feijão, talvez tendo água e sal como os únicos temperos. Na época da seca, é isso o que comem os bem-aventurados quando se cansam de feijão com arroz. Muitos, nem isso têm.

Se a panela não ferve em nossas trempes por mais de um dia resta-nos o risco de comer o palmito proibido no babaçual sem-fim do patrão. Pelo menos, alguma chance temos de sobrevivência, o alvo supremo de milhões do meu povo nordestino. Mas nem a barriga vazia, nem os pés descalços, nem a roupa rasgada, nem a opressão do patrão nos priva de festejar a vida, de vivê-la intensamente com o pouco – ou o quase nada – que temos e ainda partilhar com quem nada tem. Isso é Nordeste, isso é Brasil.

Para nós, a noite não tem pressa, mas o sono chega cedo.O bocejar quase coletivo é a senha da hora de recolher os tamboretes, de ir cada um para a sua casa. Seguem-se os “ Boas-noites”, os “Até amanhãs” e toda aquela cena quase mágica se desfaz com a saída de palco dos seus atores.

Fica vazio o cenário, mas nova aventura nos aguarda a bordo das nossas singelas e deliciosas redes já de asas abertas na sala e nos quartos, prontas para a decolagem. A reza decorada seguida de “A bênção pai”, “A bênção mãe” e de um rápido esfregar de um pé no outro ao deitar na rede na ilusão de limpar a poeira… e tibungo!…. É hora de dormir e sonhar, de fazer uma viagem ao mundo ainda mais mágico: o dos sonhos. Em pouco tempo, ao apagar das lamparinas e cessarem as vozes nos quartos, o silêncio e a densa escuridão cobrem a mata e as modestas casas de palha de babaçu protegidas às portas por uma simples esteira presa por um frágil barbante de algodão.

Meu sonho é colorido, é lindo.É o mesmo de quando estou acordado. Nele, vejo o mundo que o meu mundo há de ser. Nele, tudo o que nos falta é abundante.

Mas não só de sonho vive a criança, nem o adulto nordestino. O profundo sono e os sonhos de fartura vão cedendo lugar à luz do sol, chegando devagar sobre as matas, casas e roças, o nosso mundo real. O converseiro das galinhas no poleiro, o rom-rim-rom dos jumentos, o bé-bé-bé dos bodes, o incontrolável coricocó dos galos na vizihança inteira, o canto melodioso dos pássaros nas árvores próximas e o clarear do dia entrando casa adentro anunciam o fim do repouso e o retorno à árdua peleja pela vida. É hora de desarmar a rede, enrolá-la apropriadamente, dependurá-la no canto, recomeçar a rotina.

Ainda é bem cedinho; o frio sertanejo incomoda, mas é hora de pegar as cabaças, as latas e ir ligeiro para a cacimba distante aventurar água limpa. Mas quase nunca se chega primeiro. Há sempre alguém que dorme menos em troca da primeira água.

Enquanto se caminha para a preciosa fonte, o frio vai aos poucos sumindo do corpo. Olhando pelas brechas da floresta vê-se o rei-sol erguendo-se lentamente acima da copa das árvores. É o início do seu imponente espetáculo de luzes coloridas declarando ao Nordeste do Brasil o seu reinado absoluto e também tirano em certas épocas do ano. Parece sorrir. E na beleza do sorriso majestoso a cada manhã o rei das estrelas parece proclamar aos bravos guerreiros no Nordeste do meu, do nosso Brasil, que enquanto ele nascer para dar a sua luz e o seu calor ao mundo e ao meu povo haverá esperança de que este deserto de pobreza um dia será transformado num grandioso oásis de prosperidade. E quando esse dia se tornar pura realidade, quando for festejado pela vindouras gerações, alguém há de lembrar-se de dizer que eu sonhei com ele.

Viva o povo do Nordeste! Viva o Brasil!

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¹ histórias de trancoso (termo regional do sertão maranhense) = histórias não verídicas da cultura popular nordestina.

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QUAL O NOSSO FRUTO?

Mariano B. Marques

“…toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo”

(Mateus, 3.10).

Logo que você atravessava o canavial, lá estavam as velhas e altas mangueiras servindo de guarda-sol para o pequeno riacho que regava  suas raízes o ano todo.

 Lá em cima, na ponta dos galhos das copas frondosas, os periquitos, com sua plumagem verde e gritos estridentes, faziam a festa  se deliciando com as polpas macias cortadas por seus biquinhos agudos. Chegavam e saíam em bandos esvoaçantes para o delicioso cardápio. Mas muitas mangas caiam durante a noite, e eram sempre uma pequena e doce alegria para quem as achava.

E quando eu estava debaixo de uma mangueira carregada de frutos, a única coisa que eu esperava ver era manga – porque é isso o que mangueiras dão. Mas, o que me impressionou na última vez que visitei os Morrinhos, quarenta anos depois, Continuar lendo

MEUS PENSAMENTOS (26)

Mariano B. Marques

325. Quem ouve reativamente  ataca,  se defende  ou explica. Quem ouve proativamente silencia a mente para entender o outro pela perspectiva dele. E estará aberto para aprender e mudar em si  o que precisa ser mudado.

326. A felicidade não é algo que se encontra ou se perde; é algo que se constrói ou se destrói.

327. A verdadeira felicidade não é algo que se constrói lá fora; é algo que se constrói dentro de nós em parceria com Deus.

328. A felicidade não é algo que vem de fora para dentro de nós; é algo que jorra de dentro de nós para fora.

329. A verdadeira felicidade não é algo que construímos sozinhos; é algo que construímos em parceria com o Espírito Santo.

330. Felicidade não é a ausência de problemas, mas Continuar lendo